Filme: Blade Runner 2049

Primeiro filme do ano de 2018, apesar de ter sido lançado em Outubro de 2017(quando não tem mais graça, eu assisto). Gente, juro que quando vi o título pensei que era um novo filme de Blade( o caçador de vampiros) kkkkkkkk louca. Mas, vamos lá. Blade runner 2049, aborda de certa forma a teoria da conspiração sobre infertilidade, vira e mexe vemos esse assunto em algum filme ou seriado, essa foi um deles.

Sinopse Adoro Cinema

California, 2049. Após os problemas enfrentados com os Nexus 8, uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, de forma que seja mais obediente aos humanos. Um deles é K (Ryan Gosling), um blade runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles. Após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), K descobre um fascinante segredo: a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, mantido em sigilo até então. A possibilidade de que replicantes se reproduzam pode desencadear uma guerra deles com os humanos, o que faz com que a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envie para encontrar e eliminar a criança.

Antes de falar sobre esse filme, vou falar do anterior para podermos entender melhor essa sinopse . O primeiro filme foi lançado em 1982, Blade Runner, o caçador de android. Em resumo, uma empresa cria um robô que é bem mais forte e ágil que o ser humano, eles são chamados de replicantes e utilizados como escravos para explorar e colonizar outros planetas. Mas, deu ruim e um grupo desses robôs mais evoluídos fazem um motim em uma colônia fora da Terra. Com essa treta formada, os replicantes se tornam ilegais na Terra, sob pena de morte. Consequentemente, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas essa ação é chamada de remoção e não execução.  Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Rick  Deckard) é encarregado de caçá-los.

Na nova filmagem(porque não chega a se, de fato, uma sequência), K é novo Rick Deckard, um exemplo de replicante. Como qualquer outro dia, K vai caçar um replicante, tem um pouco de trabalho mas, dá tudo certo. Como parte do trabalho, ele escaneia o local em que o replicante vivia e encontra uma caixa enterrada, nessa caixa continha uma ossada, que após exames é descoberto que era uma replicante que estava grávida e morreu no parto. O problema é que replicantes não reproduzem e a chefe de K o designa para encontrar a criança e matá-la para evitar problemas com os humanos. Mas, os planos dela dão errado pois, Niander Wallace é tipo o deus dessa era por ser o produtor dos replicantes, hologramas e produtos tecnológicos. Por conta disso, ele tem uma câmera em qualquer cubículo, logo ele fica sabendo sobre a criança e envia sua fiel escudeira,Luv(que mulher foda,atuando)  para achar esse milagre.

E o resto vocês saberão se assistirem. Eu sou muito suspeita para falar de filmes de ficção científica, mas eu gostei do filme por trazer o tema da sobrevivência, uma crítica a falsa felicidade, o preconceito, escravidão, sem falar nos efeitos especiais, estão de parabéns.

Trailer

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Filme: O castelo de vidro

Oi gente, feliz ano novo. no primeiro post do ano, vou comentar sobre o último filme que vi em 2017. O castelo de vidro é um filme inspirado na biografia de mesmo nome da jornalista Jeanette Walls, que conta um pouco da sua história durante a infância e metade da vida adulta.

Sinopse da Adoro Cinema

Baseado no livro Castelo de Vidro”, da jornalista Jeanette Walls, a trama retrata a infância da escritora, criada com os irmãos no seio de uma família desequilibrada, bastante pobre e nômade.
Apesar da sinopse ser bem dramática, também existiram momentos de alegria e aventura durante a vida de Jeanette, mas como nada é perfeito ela também passou por muitos momentos ruins, mas isso não foi decisivo na vida dela.
Os pais de Jeanette eram nômades, em parte por opção e também porque o pai nunca conseguia um trabalho fixo, então tinham que se mudar com frequência por fazerem muitas dívidas e ter cobradores na porta com frequência. O filme começa contando a infância de Jeanette, ela é a primogênita de quatro filhos do casal, sendo Brian, Lori e Maureen o nome dos outros irmãos. Sua mãe tem um certo dom para a pintura abstrata,  mas nunca obteve um centavo por sua arte. Por uma irresponsabilidade dela, Jeanette sofre queimaduras de segundo grau e fica internada no hospital. Quando os pais vão visitá-la o médico e a assistente do hospital estão esperando para conversar sobre o incidente ocorrido na casa. O pai percebe que provavelmente tomariam a guarda das crianças, ele bola um plano e “sequestra” Jeanette do hospital. Depois disso eles passam por vários locais e tudo vai dando errado, até que a mãe, Rose Mary, toma a decisão de ir morar na casa da sogra porque estão passando necessidade. Rex, o pai, faz de tudo para não voltar porque existe um conflito entre ele e a mãe(que não ficou muito claro para mim e por isso vou ler o livro), mas acaba sendo vencido pela necessidade e aceita a decisão da esposa.
A mãe de Rex é bem ríspida e agressiva, todos na casa a obedecem, menos os quatro irmãos. A brigas se tornam constantes, Rex consegue arranjar um emprego e aluga uma casa bem velha e tira sua família da casa dos pais. Aparentemente as coisas começam a dar certo, mas ele começa a beber e se vicia, por conta disso todo pouco dinheiro que recebe do trabalho ele gasta comprando bebidas. Começa a faltar comida em casa, muitas discussões e tristeza. Jeanette sempre foi a filha mais próxima a ele, e ela pede que ele pare de beber. Com muito esforço ele consegue, mas as brigas com a esposa continuam, Jeanette percebe que eles nunca vão mudar, ela se reúne com os irmãos e tomam uma decisão de cuidarem um dos outros, ir a escola, melhorar de vida e saírem da casa.
O tempo passa e a primeira a ir embora de casa é Lori, escondida, pois, o pai não aceita que ela vá embora, pois ele a educou para ser “livre”. Ela passa muito tempo juntando dinheiro para ir a faculdade. A próxima a ir é Jeannette, mas ela não teve a mesma sorte. O pai descobre onde ela escondeu o dinheiro que ela econimiza para poder ir embora e gasta tudo, ela tem que começar do zero. O próximo a sair foi Brian, como Maureen ainda era adolescente teve que ficar com os pais. O filme avança e mostra todos os irmãos adultos, Jeannette é uma jornalista famosa, noiva de um cara rico, Brian se tornou policial, Maureen trabalha com fotografia e Lori era artista. Jeannette se vê em um conflito familiar  pois, o pai não aceita o que ela se tornou e com quem vai casar. Após a saída dos filhos, Rex e Rose Mary voltam a ser nômade e isso para o noivo de Jeannette era inaceitável, sempre que perguntavam sobre a família dela, ambos mentiam e contavam uma história sobre uma família bem sucedida, um engenheiro e uma artista plástica. Em uma reunião na “casa” dos pais, ela acaba contando que está noiva e se afasta dos pais, porque ela sabia que o pai não aceitaria essa união. No dia do seu noivado eles aparecem, mesmo sem serem convidados, para pedir dinheiro o que para Jeannette é o limite. Ela se distancia de vez dos pais, casa e começa a seguir a sua vida até que um dia sua mãe aparece no jornal pedindo que ela vá visitar o pai, pois ele está morrendo. Como Jeannette está magoada com os pais, ela não vai vê-lo( e o marido super apoia essa decisão), mas isso a toca profundamente, pois como eu falei acima existiram momentos bons. Um dia eles estão jantando e novamente o marido conta uma história mentirosa sobre os pais de Jeannette mas, ela não aceita mais essa mentira, larga tudo e vai visitar o pai, depois desse encontro sua vida muda, ela decide se separar, se torna autônoma e mora sozinha.
É um filme tocante e quando eu falo dos momento bons, é porque eles existiram. Rex tinha muitos conceitos errados sobre educar pessoas para viver em sociedade( na minha opinião), mas ele sempre foi amoroso e tentou fazer o que achava certo pelos filhos por causa da educação que ele teve dos pais. Quando eu disse acima que não ficou claro o conflito entre ele e a mãe é porque a cena dá a entender que ele sofria abusos pela mãe, fora que ele sofria muita violência psicológica e física. E mesmo diante de tudo isso ele soube criar seus filhos com amor, de forma lúdica e honesta. Mas, ele era um cabeça dura e Rose Mary na maioria das vezes só dizia amém as ideias dele. Ah, o nome do filme é porque ele dizia que iria construir um castelo de vidro para os filhos, ele fez uma planta, começou até a cavar, mas só foi isso.
O filme também fala sobre valores e princípios, a família e status social(dinheiro trás ou não felicidade). A perseverança dos quatro irmãos na decisão de mudarem de vida ainda na infância  para terem um futuro melhor e muitas outras coisas. Vale a pena assistir e acredito que ler também, farei isso assim que terminar de ler mulheres perigosas.

Filme: Estrelas além do tempo

O filme é inspirado no livro Hidden figures da Margot Lee Shetterly.

Sinopse segundo Adoro Cinema

1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

Assistir ao filme foi um misto de emoção e revolta. Fico feliz quando vejo que em meio as dificuldades as pessoas conseguem se superar e vencer. Mas, pensar que até para tomar café, a garrafa térmica tem que ser diferente, para uma “pessoa de cor” me deixa puta. O filme é baseado em fatos reais e como descrito a cima, fala sobre três mulheres muito inteligentes(matemática, engenharia mecânica e ciência aeroespacial) que trabalhavam na Nasa e eram negras. A escravidão tinha sido abolida, mas os negros não podiam frequentar o mesmo ambiente onde um branco estivesse. Por elas serem muito inteligentes elas conseguem vagas entre os brancos, mas sofrem muito, muito, muito preconceito. Elas eram tratadas com duplo preconceito por serem mulheres, o “sexo frágil”, e por serem negras. Felizmente elas deram a volta por cima, não é todo mundo que aguenta, eu não aguentaria. É muito bacana quando elas começam a executar e falar sobre exatas e as pessoas ao redor ficam bestas com tamanho conhecimento. Me senti orgulhosa kkkkk

Vi algumas críticas sobre o filme, como se ele quisesse passar uma imagem de acomodação pelas pessoas negras que reclamavam da situação, mas t. No mínimo, quem frequentou as aulas de história aprendeu sobre a época de 1961. Uma década muito difícil para os negros, não adiantava usar a força. Elas foram conquistando lugares altos usando a razão e a inteligência. Dando tapa na cara da sociedade, com luvas. É uma história inspiradora, principalmente para quem é mulher e negra. Sim, avançamos muito, as mulheres estão conquistando novos patamares, mas não estou iludida acreditando que o preconceito acabou ou vai acabar qualquer dia desses. É uma luta diária e feita em união.

Bom filme.

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Filme: Elle

Oi gente, vou comentar sobre o filme Elle que recentemente ganhou o globo de ouro de melhor filme estrangeiro( e a protagonista Isabelle Huppert também). É um filme francês, com lançamento em 2016. O filme é uma adaptação  do livro “Oh” de Philippe Djian. Geralmente eu acabo contando a maior parte do que rola no filme, mas nesse não farei isso. Foi um dos filmes mais diferentes que assisti até hoje.

Sinopse da Adoro Cinema

Michèle (Isabelle Huppert) é a executiva-chefe de uma empresa de videogames, a qual administra do mesmo jeito que administra sua vida amorosa e sentimental: com mão de ferro, organizando tudo de maneira precisa e ordenada. Sua rotina é quebrada quando ela é atacada por um desconhecido, dentro de sua própria casa. No entanto, ela decide não deixar que isso a abale. O problema é que o agressor misterioso ainda não desistiu dela.

Eu gosto de filmes “estranhos”, aqueles que mostram como o ser humano pode (ou é) ser sem as máscaras sociais. Mas, esse filme foi diferente de tudo que já tinha visto, ele mistura vários temas complexos socialmente e ao mesmo tempo é como se fosse algo “normal”.

Michèle, tem 50 anos, um filho(mimado), um ex-marido que mantém por perto(ele a agrediu), um amante que é o esposo da sua melhor amiga e é estrupada por um estranho, essa é a primeira cena do filme( dei uma pausa e fiquei pensando se continuaria a assistir), mas ela levanta, se limpa, limpa a casa e segue a vida. Ela sofreu um trauma na infância, que envolve o pai e isso faz com que ela siga a vida de forma diferente, ela não denuncia o estupro por não querer a polícia por perto que se fez presente muitas vezes na sua infância. Ela tem um tesão pelo vizinho dela que é casado, ela até tenta ficar na dela( mas, como diria a cantora Pitty ” enquanto a desejo, não a paz”), mas não consegue. E assim, vai seguindo a vida, com companhias que não gostam dela, com um trauma do passado e um estuprador(ou não)no presente.

Pronto, não falarei mais sobre o filme em si, mas quero falar, um pouquinho de nada, sobre a personagem Michèle, tão pitoresca. Ela é aquele ser um humano que pode ser chamado de “incógnita”. Porque ela não segue nenhum padrão que normalmente vemos, claro que um trauma sempre muda a pessoa, mas com Michèle o trauma não a mudou, transformou. Para começo de conversa… como assim a mulher é estrupada, levanta, se limpa e segue em frente? Não sei lhe dar com isso, acho que ninguém sabe. Ela faz questão de estar por perto das pessoas que não gostam dela, como se fosse algum tipo de ritual que renovasse as energias dela trazer desconforto aos outros com a presença dela.

É um filme que não segue nenhum padrão e os personagens também são todos diferentes. Eu não tenho um pensamento crítico aprofundando sobre filmes, não vou negar que quando ele terminou eu pensei ” que filme fudido (desculpe o palavrão)”, mas acredite esse forma que pensei é leve kkkkkk. É um filme intrigante que tira você da zona de conforto, que faz você pensar sobre sua segurança, sobre o que você vive, de como o ser humano consegue fazer determinadas coisas, um filme bizarro e diante de tanta coisa ainda tem humor. Vale a pena assistir e aumentar seus horizontes, tem cenas fortes, então esteja preparada(o) e tente ter um pensamento crítico para poder entender certas coisas, já que não existe um verdade absoluta e o que é certo para uns não é para outros.

E como sempre… nem tudo é o que parece nesse filme.

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Filme: Concussion

Olá, irei falar sobre esse filme fofo que assisti recentemente. Já tinha ouvido falar dele, mas não lembrava o nome, só sabia que era com o talentoso Will Smith, mas coube  a mim a sorte de encontrá-lo no Pop Corn. O filme é baseado em fatos reais e aborda um tema (o principal) importante, não tanto para nós brasileiros, mas para os americanos que respiram o futebol americano, que diga se de passagem é bem violento e causa concussões no cérebro por conta das batidas corpo a corpo dos jogadores, daí o nome do filme Concussão. Aqui no Brasil eles modificaram o nome para “Um homem entre  gigantes”, ele foi lançado em 2015.

Concussão é definida como a síndrome clínica oriunda de um trauma em geral na região da cabeça, com ausência de lesões cerebrais agudas (hemorragias, edemas, fraturas). Pode ocorrer de traumas cranianos diretos ou de traumas em outra região do corpo que levem a um movimento rápido da cabeça (desaceleração). 

Vale ressaltar que a concussao acontece em outros esportes como de contato, o boxe, MMA, o hockey e mesmo no futebol. 

Sinopse segundo  Adoro Cinema 

Dr. Bennet Omalu (Will Smith), neuropatologista forense, diagnostica um severo trauma cerebral em um jogador de futebol americano e, investigando o assunto, descobre se tratar de um mal comum entre os profissionais do esporte. Determinado a reverter o quadro e expôr para o mundo a grave situação, ele trava uma guerra contra a poderosa NFL.

Outra questões que o filme trás é por Omalu ser imigrante e negro. No filme, além do preconceito, ele sofre muitas ameaças e várias vezes menosprezam sua profissão por conta da cor e naturalidade. 

Gente, a forma como ele trata a pessoa mesmo depois de morta é de um respeito tão grande que admira. Quem já viu um corpo sendo examinado e tirando os órgãos provavelmente deve ter percebido que muitas vezes o corpo é uma carcaça. Sim, eu sei que morreu não tem volta. Mas, essa pessoa (se não fez nada de ruim) era amada por seus entes querido, tinha talentos, filhos, uma história. Ver alguém tratando um corpo dignamente é algo que ainda não tinha visto, fiquei comovida.

Dr. Omalu é aquele cara correto que você sente vontade de seguir o exemplo dele, de se espelhar. Geralmente os filmes americanos tem cientistas que são bons na profissão, mas tem problemas de socialização, drogas, relacionamento e etc., Omalu é um personagem solitário, foi para o EUA ter uma oportunidade para melhorar de vida e por conta disso se dedica avidamente a estudos sobre a sua área, e por ser legista acaba se “comunicando” mais com mortos do que com vivos e vive mais para o trabalho, no entanto ele frequenta uma igreja onde conhece sua esposa, o chefe é seu melhor amigo e ao longo do filme ele faz novas amizades. 

Em uma de suas exumações em um jogador de futebol ele descobre que a causa da morte foi por conta de concussões por causa do futebol americano, apesar deles usarem capacete as batidas são muito violentas e com o tempo o corpo não consegue se curar sozinho dessas concussões. O cérebro não toca no crânio, em uma forma bem senso comum é como se o cérebro ficasse em banho maria, porém com essas concussões o cérebro sofre esse contato não só com o cérebro, mas com suas próprias parte como o encéfalo, córtex, hipotálamo, cerebelo, dentre outros. A partir dessa descoberta, a vida de Omalu muda completamente, pois ele vai encarar o gigante americano(no sentido financeiro da palavra) que é a nfl(National Football League),  e apesar dele ser informado das consequências ele decide seguir em frente e publicar um artigo sobre os malefícios causados por causa do futebol americano que ele nomeia como encefalopatia traumática crônica(cte), logo em seguida ele passa a receber muitas ameaças, sua esposa é perseguida e perde o bebê, depois disso ele decide sair do cargo(legista de Pittsburg), se mudar e refazer sua vida em outra cidade. Passado alguns anos ele recebe uma ligação informando que mais um (dentre muitos outros) jogador de futebol havia morrido com os mesmos sintomas de cte e deixa um bilhete pedindo que o seu cérebro seja examinado. Então, a história muda pois, apesar da NFLsaber dessas complicações, não informava por  pura negligência, todavia com o bilhete a NFL não podia mais negar os acontecimentos. Omalu finalmente consegue a aprovação científica, governamental e social do seu artigo. No fim ele comenta que o o objetivo não é extinguir o futebol americano, mas sim informar a todo jovem que quer ser um jogador de futebol americano que a probabilidade que ele tenha encefalopatia traumática crônica é grande. O que no caso a NFL não informava, para evitar processos, seguro de vida e demissões e outras coisas que trouxessem muito custo e pouca renda. 

Fora isso, como todo filme clichê americano, seu patriotismo é exaltado a ponto de Omalu ser considerado um verdadeiro americano por causa das suas atitudes, kkkkkk fala sério, sabemos que a realidade sociocultural do EUA é outra, mas tudo bem. Omalu quase transforma a américa do norte em um deus. Detalhe que apesar de todo bem feito pelo doutor, ele só conseguiu a cidadania em 2015(Imagina se ele não fosse um exemplo de cidadão americano). Essa é a minha crítica, mas  a história do Dr. Bennet Omalu é algo a ser vista e aplaudida, por ele ser um exemplo de integridade independente das dificuldades. 

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