O poder das cores nas nossas vidas. #vermelho

Vermelho

A cor de todas as paixões – do amor ao ódio. É a cor da felicidade e do perigo, dos reis e do comunismo. Existem 105 tons de vermelho.  Foi a primeira cor que o homem batizou, a mais antiga denominação cromática do mundo, o vermelho é supostamente também a primeira cor que os bebês enxergam. E quando se pede a eles que digam, espontaneamente, o nome de uma cor, a maioria deles diz “vermelho”, mesmo se essa não for a cor favorita deles. Em razão de “vermelho” ser em geral a primeira cor ensinada às crianças, elas também, em sua maioria, acabam citando essa cor como sua favorita. Vem daí que as crianças vinculam o vermelho ao sabor doce, como bombons e ketchup – as crianças preferem comer coisas doces. O amor infantil pelo vermelho é, antes, provavelmente, o amor pelos doces.

O simbolismo do vermelho está marcado por duas vivências elementares: o vermelho é o fogo e o vermelho é o sangue. Em muitas línguas, entre os babilônios e também entre os esquimós, a tradução ao pé da letra de “vermelho” é “sangue”. O fogo e o sangue, em todas as culturas e em todos os tempos, têm um significado existencial. A supersaturação com vermelho, sobretudo na propaganda, é o motivo pelo qual o vermelho tem encontrado cada vez menos adeptos; muitos veem muito mais vermelho do que desejariam. Quando tudo começa a ficar colorido demais, a primeira cor que incomoda é o vermelho. O vermelho é a cor entre as cores.

A ação psicológica e simbólica do sangue faz do vermelho a cor dominante de todas as atitudes positivas em relação à vida. O vermelho, como a mais forte das cores, é a cor da força, da vida. O sangue, em muitas culturas, é o domicílio da alma. Sacrifícios de sangue eram comuns em todas as religiões antigas. Para alegrar os deuses, não apenas se sacrificavam animais, oferecendo a eles o seu sangue; a oferta mais valiosa era a do sangue jovem de crianças. Sui generis costumava ser, nos primórdios da história do povo sueco, sua disposição aos sacrifícios: a fim de se evitarem catástrofes naturais, períodos de fome ou doenças, os suecos chegavam a ofertar o sangue de seu rei. Também como cor litúrgica da Igreja Católica o vermelho faz lembrar o sangue sacrificado. As batas dos sacerdotes católicos, o manto do altar e o revestimento do púlpito são vermelhos nos dias em que se recorda a Paixão de Cristo, assim como no Domingo de Ramos e na Sexta-Feira Santa, e também nos dias dos mártires que morreram por sua fé.Na Antiguidade, era costume banharem-se os recém-nascidos no sangue de animais especialmente vigorosos, e os nubentes eram ungidos com esse sangue também, para que a força do animal fosse transferida a eles. Os gladiadores romanos bebiam o sangue das feridas de seus opositores agonizantes, para tomar para si a força deles. Os gregos deitavam sangue sobre as tumbas, para que os mortos pudessem ter forças no além.

O vermelho masculino e vermelho feminino

O vermelho é uma cor masculina; isso se demonstra em múltiplos significados. Goethe chamava o vermelho de “rei de todas as cores” – não “rainha”. O vermelho é masculino como cor da força, da atividade e da agressividade. Porém, existe também um vermelho tipicamente feminino: é o vermelho escuro. Nas religiões que são próximas da natureza, como a wicca, existe um simbolismo do sangue que se relaciona ao sexo. O vermelho masculino é o vermelho do sangue luminoso da carne; o vermelho feminino é vermelho escuro e simboliza o sangue da menstruação. O vermelho claro e o vermelho escuro complementam-se como os opostos “masculino” e “feminino”. O vermelho claro simboliza o coração e o vermelho escuro simboliza o ventre. O claro simboliza a atividade, ao passo que o escuro é uma cor tranquila, uma cor noturna. Por isso, o vermelho escuro produz um efeito completamente diferente do vermelho claro, quando cada um deles está junto ao preto.

Assim como o calor, tudo que é barulhento só sugere a cor vermelha de perto. E, em termos visuais, o vermelho sempre se projeta. Só existem alguns poucos quadros em que o vermelho foi empregado como cor de fundo, e são quadros sem efeito de profundidade. Quando observamos os pedestres num espaço aberto, os que estiverem vestidos de vermelho irão dar a impressão de estarem mais próximos do que os que vestem verde ou azul – embora estejam à mesma distância. O vermelho é, de modo geral, a cor dos extrovertidos. O vermelho não tem como ficar em segundo plano.

O vermelho político

O vermelho é a cor mais frequente nas bandeiras. Flâmulas vermelhas são mais vistosas. O outro motivo: as faixas precisam ter boa resistência à luz, e antigamente existiam poucas cores que resistissem tão bem à luz quanto os vermelhos de granza e de quermes. Bandeiras vermelhas surgem continuamente na história como bandeiras de guerra.Em 1792, os jacobinos elegeram a bandeira vermelha como bandeira da liberdade. A bandeira vermelha do operariado foi eleita, na Revolução Russa de 1907, como bandeira do socialismo e do comunismo. A reserva alemã diante das bandeiras vermelhas é também uma recordação do regime de Hitler. Hitler deliberadamente escolheu o vermelho como fundo para sua bandeira nazista, com a suástica. Para estabelecer o nacional-socialismo como partido das massas, ele necessitava da simpatia dos trabalhadores: Hitler escolheu o vermelho como referência psicológica e cromática com o movimento dos trabalhadores.

A cor dos anúncios publicitários

O vermelho é uma cor onipresente na publicidade. E talvez seja por isso que acabou se tornando, cada vez mais, uma cor de que não se gosta. Por volta de 1950, o vermelho ainda era a predileta entre as cores. No pós-guerra, o vermelho era símbolo de uma alegria de viver renovada. Logo em seguida veio a era do consumo, e o vermelho, a cor dos anúncios publicitários, se converteu em símbolo de bem-estar. Veio então a saturação. Assim que os comerciais aparecem na TV, as pessoas logo mudam de canal; páginas que contêm anúncios em jornais e revistas também são saltadas. Por quase tudo poder existir também em vermelho, é quase impossível utilizá-lo de maneira criativa – sobretudo de modo a surpreender sem ser lugar-comum, mas, ao mesmo tempo, fazendo sentido.

Ao se acreditar no efeito ilimitado do vermelho nos comerciais, esquece-se do seguinte fato: uma informação impressa em vermelho desperta, em termos visuais, mais atenção do que algo impresso em preto; mas, por parecer propaganda, não será lida. Um anúncio publicitário que não é lido vale tanto quanto um que não é feito – porém é muito, mas muito mais caro! 

Contudo, está comprovado que nas revistas muito coloridas, quaisquer anúncios que tenham sido impressos em branco e preto, dando, portanto, a impressão de serem textos da redação, são mais lidos. Todos podem testar esse fato por si mesmos. A pouca atenção despertada pelos textos escritos em vermelho também pode se explicar pela psicologia da percepção. O que se escreve em vermelho é difícil de ler. O efeito teórico de dar destaque a alguma coisa escrevendo-a em vermelho, na prática, se revela o oposto.

 

Abaixo algumas marcas que usam vermelho.

vermelho

Referência

Heller, Eva. A psicologia das cores:como as cores afetam a emoção e a razão. 1 ed.  São Paulo:Gustavo Gili. 2013.

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Top 10 piores síndromes do mundo: #3 Síndrome de Fregoli

Oi gente, hoje é o dia de saber porque a Síndrome de Fregoli ganhou o terceiro lugar.

A síndrome de Fregoli é quando o indivíduo tem a crença delirante de que uma ou mais pessoas familiares, geralmente perseguidoras após o paciente, mudam repetidamente sua aparência. Esta síndrome tem sido frequentemente discutida como uma variante da síndrome de Capgras na literatura, mas essas duas síndromes têm diferentes estruturas fenomenológicas e distribuição de idade e sexo.

A primeira “aparição” foi em 1927 por Courbon e Fail, mas ela foi descrita como capgras, por ter o sintomas bem parecidos. O nome da síndrome é devido ao ator italiano Leopoldo Fregoli, conhecido por sua capacidade de fazer mudanças rápidas em sua aparência durante suas apresentações. Como nos demais delírios de identidade, na síndrome de Fregoli pode rolar um sentimento de despersonalização e/ou perda da realidade, o que desencadearia um quadro psicótico. Pode ser derivado de uma lesão cerebral.

A hipótese criada para essa síndrome é que uma desconexão entre os dois sistemas que tratam as informações faciais e que levam a uma alteração do reconhecimento, ao passo que o sentimento de familiaridade é mantido.

Um dos casos estudados é o seguinte:

Uma mulher saudável de 56 anos que, após uma síndrome de estresse pós-traumático, desenvolve um transtorno depressivo importante caracterizado por: humor depressivo, hipoabulia, anedonia, irritabilidade, inibição psicomotora e insônia de conciliação. Após a internação hospitalar, a tireoide, o funcionalismo renal e hepático eo laboratório de rotina estavam dentro dos limites normais. Durante o curso de seu tratamento, ela apresenta uma identificação delirante falso positivo compatível com as características da síndrome de Frégoli, substituindo estranhos por um parente próximo, incluindo o psiquiatra que a trata. Não foram observadas alterações do ponto de vista moroneutrológico nos exames paraclínicos na síndrome de Frégoli. Um TAC é realizado, verificando que está dentro dos limites normais. Seu exame clínico neurológico não mostra alterações. A quetiapina foi adicionada ao seu tratamento, desaparecendo os sintomas da síndrome de identificação falsa delirante, permanecendo apenas os sintomas depressivos, mas com melhora.

Nos estudos feitos na síndrome de Fregoli, foi descoberto que em grande parte dos afetados há evidências de alterações morfo-funcionais¹, fundamentalmente na região frontotemporal direita². Uma hipótese importante indicada nas publicações médicas é a dissociação observada entre o reconhecimento e o processo de identificação. A memória ativa é considerada responsável por essa integração, e seu déficit devido à função cerebral alterada é considerado um papel importante no desenvolvimento da síndrome.

¹estabelecer uma nova forma de funcionamento.
² parte do cérebro responsável pelas alterações do comportamento.

Referência

A síndrome de Fregoli. Disponível em:>http://centrodeatencaocognitiva.blogspot.com.br/2015/08/a-sindrome-de-fregoli.html<. Acesso em: 24.Jan.2018

Meus parentes me perseguem. Disponível em:>http://centrodeatencaocognitiva.blogspot.com.br/2015/08/a-sindrome-de-fregoli.html<. Acesso em: 24. Jan.2018

Síndrome de Fregoli. Disponível em:> http://journals.sagepub.com/doi/abs/10.3109/00048679409075874<. Acesso em: 16. jan.2018

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Afinal, para que serve os direitos humanos?

Quem nunca ficou na dúvida sobre o real objetivo dos diretos humanos? O que faz, para que serve, quem se beneficia e por ai vai. Frequentemente vemos o nome “direitos humanos” nas mídias sociais sendo relacionado a crimes, por exemplo, e muitas vezes surge a imagem que só serve para proteger o criminoso e tal. Mas, será isso mesmo?

Como tudo começou

No ano de 1941, Londres foi a sede de nove governos exilados por causa da Segunda Guerra Mundial. Nesse mesmo ano, no mês de Junho, por meio de uma Declaração do Palácio de St. James, vários governos ratificavam sua convicção na paz e buscavam um futuro pós guerra. No dia 14 agosto de 1941 foi publicada a Carta do Atlântico, com o intuito  de estabelecer uma organização mundial. Em Janeiro de 1942, representantes de 26 países que lutavam contra o Eixo Roma-Berlim-Tóquio decidiram apoiar a Declaração das Nações Unidas. Em 1943, os marcos principais foram as conferências de Moscou e de Teerã para a tentativa com uma tentativa de criar um mundo firmado na paz e na segurança internacionais. Em 1944 e 1945, propostas foram elaboradas nos encontros de Dumbarton Oaks e Ialta resultando na Carta das Nações Unidas que foi elaborada por 50 representantes dos países presentes na Conferência sobre Organização Internacional que se reuniram em São Francisco de 25 de abril a 26 de junho de 1945. No último dia da conferência, a carta foi assinada pelos 50 países juntamente com a Polônia.

As Nações Unidas, entretanto, começaram a existir oficialmente em 24 de outubro de 1945, após a ratificação da Carta por China, Estados Unidos, França, Reino Unido e a ex-União Soviética, bem como pela maioria dos assinantes.

Definição

Os direitos humanos surgiu em 1948, com o intento de assegurar que cada indivíduo pode(e deve) desfrutar desses direitos sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outro tipo, origem social ou nacional ou condição de nascimento ou riqueza. Os direitos humanos são habitualmente compreendidos como aqueles direitos próprios ao ser humano que são garantidos legalmente pela lei de direitos humanos, protegendo indivíduos e grupos contra ações que afetem liberdades fundamentais e a dignidade humana.

Algumas das características mais importantes dos direitos humanos são:

  • Os direitos humanos são fundados sobre o respeito pela dignidade e o valor de cada pessoa;
  • Os direitos humanos são universais, o que quer dizer que são aplicados de forma igual e sem discriminação a todas as pessoas;
  • Os direitos humanos são inalienáveis, e ninguém pode ser privado de seus direitos humanos; eles podem ser limitados em situações específicas. Por exemplo, o direito à liberdade pode ser restringido se uma pessoa é considerada culpada de um crime diante de um tribunal e com o devido processo legal;
  • Os direitos humanos são indivisíveis, inter-relacionados e interdependentes, já que é insuficiente respeitar alguns direitos humanos e outros não. Na prática, a violação de um direito vai afetar o respeito por muitos outros;
  • Todos os direitos humanos devem, portanto, ser vistos como de igual importância, sendo igualmente essencial respeitar a dignidade e o valor de cada pessoa.

Normas e Tratados

Por mais que a intenção fosse nobre, uma carta não faria os líderes aceitarem, respeitarem e cumprirem o que existia nela, com isso foi necessário apelar para a lei, afim de por em prática o que foi proposto. Por conta disso, uma série de tratados internacionais dos direitos humanos e outros instrumentos surgiram a partir de 1945, conferindo uma forma legal aos direitos humanos específicos.

Com a criação das Nações Unidas foi possível viabilizar um fórum ideal para o andamento e escolha dos instrumentos internacionais de direitos humanos. Outros instrumentos foram adotados a nível regional, para se adequar as realidades e necessidades de cada região. Os países, em sua maioria, também adotaram constituições e outras leis que protegem formalmente os direitos humanos básicos. Muitas vezes, a linguagem utilizada pelos Estados vem dos instrumentos internacionais de direitos humanos. As normas internacionais de direitos humanos consistem, principalmente, de tratados e costumes, bem como declarações, diretrizes e princípios, entre outros.

Tratados

Tratados e outras modalidades do Direito costumam servir para proteger formalmente os direitos de indivíduos ou grupos contra ações ou abandono dos governos, que interferem no uso de seus direitos humanos. Estão expressos em tratados, no direito internacional consuetudinário¹, conjuntos de princípios e outras modalidades do Direito. A legislação de direitos humanos obriga os Estados a agir de uma determinada maneira e proíbe os Estados de se envolverem em atividades específicas. Todavia, a legislação não estabelece os direitos humanos. Um tratado é um acordo entre os Estados, que se comprometem com regras específicas. Tratados internacionais têm diferentes designações, como pactos, cartas, protocolos, convenções e acordos. Um tratado é legalmente vinculativo para os Estados que tenham consentido em se comprometer com as disposições do tratado – em outras palavras, que são parte do tratado. Um Estado pode fazer parte de um tratado através de uma ratificação, adesão ou sucessão.

A ratificação é a expressão formal do consentimento de um Estado em se comprometer com um tratado. Somente um Estado que tenha assinado o tratado anteriormente – durante o período no qual o tratado esteve aberto a assinaturas – pode ratificá-lo. A ratificação consiste de dois atos processuais: a nível interno, requer a aprovação pelo órgão constitucional apropriado – como o Parlamento, por exemplo. A nível internacional, de acordo com as disposições do tratado em questão, o instrumento de ratificação deve ser formalmente transmitido ao depositário, que pode ser um Estado ou uma organização internacional como a ONU.

A adesão implica o consentimento de um Estado que não tenha assinado anteriormente o instrumento. Estados ratificam tratados antes e depois de este ter entrado em vigor. O mesmo se aplica à adesão. Um Estado pode, ao ratificar um tratado, formular reservas a ele, indicando que, embora consinta em se comprometer com a maior parte das disposições, não concorda com se comprometer com certas disposições. No entanto, uma reserva não pode derrotar o objeto e o propósito do tratado. Além disso, mesmo que um Estado não faça parte de um tratado ou não tenha formulado reservas, o Estado pode ainda estar comprometido com as disposições do tratado que se tornaram direito internacional consuetudinário ou constituem normas imperativas do direito internacional, como a proibição da tortura.

Por que o preso pede “ajuda” aos direitos humanos?

Mesmo que a pessoa cometa o crime mais hediondo, ela tem o direito ao mínimo de dignidade possível, como alimentação, higiene e etc.. Quando o o sujeito não tem acesso a esse tipo de coisa ele pode chamar os direitos humanos. Vale ressaltar que todos podem pedir ajuda aos direitos humanos, mas nem todos sabem disso ou ás vezes não precisam(agraciados) porém é importante saber para que serve e qual o objetivo para poder usar ao seu favor ou a favor de quem precise.

“Os direitos humanos são garantidos legalmente pela lei de direitos humanos, protegendo indivíduos e grupos contra ações que interferem nas liberdades fundamentais e na dignidade humana.”

Por essa citação acima, você pode perceber que os direitos humanos são para todos, são direitos inerentes a cada pessoa simplesmente por ela ser um humano. Existe o disque 100 que é a ouvidoria dos direitos humanos, onde você liga, faz a denúncia  e eles irão examinar e encaminhar denúncias e reclamações, atuar na resolução de tensões e conflitos sociais que envolvam violações de direitos humanos, além de orientar e adotar providências para o tratamento dos casos de violação de direitos humanos, podendo agir de ofício e atuar diretamente ou em articulação com outros órgãos públicos e organizações da sociedade. As denúncias podem ser anônimas.

¹ consuetudinário – Direito não escrito, fundamentado no uso, no costume ou na prática: direito consuetudinário.

Referência

O que são os direitos humanos?. Disponível em:<https://nacoesunidas.org/direitoshumanos/&gt;. Acesso em: 17.dez.2017

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Filme: Blade Runner 2049

Primeiro filme do ano de 2018, apesar de ter sido lançado em Outubro de 2017(quando não tem mais graça, eu assisto). Gente, juro que quando vi o título pensei que era um novo filme de Blade( o caçador de vampiros) kkkkkkkk louca. Mas, vamos lá. Blade runner 2049, aborda de certa forma a teoria da conspiração sobre infertilidade, vira e mexe vemos esse assunto em algum filme ou seriado, essa foi um deles.

Sinopse Adoro Cinema

California, 2049. Após os problemas enfrentados com os Nexus 8, uma nova espécie de replicantes é desenvolvida, de forma que seja mais obediente aos humanos. Um deles é K (Ryan Gosling), um blade runner que caça replicantes foragidos para a polícia de Los Angeles. Após encontrar Sapper Morton (Dave Bautista), K descobre um fascinante segredo: a replicante Rachel (Sean Young) teve um filho, mantido em sigilo até então. A possibilidade de que replicantes se reproduzam pode desencadear uma guerra deles com os humanos, o que faz com que a tenente Joshi (Robin Wright), chefe de K, o envie para encontrar e eliminar a criança.

Antes de falar sobre esse filme, vou falar do anterior para podermos entender melhor essa sinopse . O primeiro filme foi lançado em 1982, Blade Runner, o caçador de android. Em resumo, uma empresa cria um robô que é bem mais forte e ágil que o ser humano, eles são chamados de replicantes e utilizados como escravos para explorar e colonizar outros planetas. Mas, deu ruim e um grupo desses robôs mais evoluídos fazem um motim em uma colônia fora da Terra. Com essa treta formada, os replicantes se tornam ilegais na Terra, sob pena de morte. Consequentemente, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas essa ação é chamada de remoção e não execução.  Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Rick  Deckard) é encarregado de caçá-los.

Na nova filmagem(porque não chega a se, de fato, uma sequência), K é novo Rick Deckard, um exemplo de replicante. Como qualquer outro dia, K vai caçar um replicante, tem um pouco de trabalho mas, dá tudo certo. Como parte do trabalho, ele escaneia o local em que o replicante vivia e encontra uma caixa enterrada, nessa caixa continha uma ossada, que após exames é descoberto que era uma replicante que estava grávida e morreu no parto. O problema é que replicantes não reproduzem e a chefe de K o designa para encontrar a criança e matá-la para evitar problemas com os humanos. Mas, os planos dela dão errado pois, Niander Wallace é tipo o deus dessa era por ser o produtor dos replicantes, hologramas e produtos tecnológicos. Por conta disso, ele tem uma câmera em qualquer cubículo, logo ele fica sabendo sobre a criança e envia sua fiel escudeira,Luv(que mulher foda,atuando)  para achar esse milagre.

E o resto vocês saberão se assistirem. Eu sou muito suspeita para falar de filmes de ficção científica, mas eu gostei do filme por trazer o tema da sobrevivência, uma crítica a falsa felicidade, o preconceito, escravidão, sem falar nos efeitos especiais, estão de parabéns.

Trailer

Top 10 piores síndromes do mundo: #4 síndrome Capgras.

Oi gente, haja nome estanho para síndrome hein?! E tão estanho quanto o nome são os sintomas causados por ela e a síndrome de capgras se enquadra bem nessa descrição.

 A síndrome de capgras é um distúrbio psiquiátrico onde a pessoa acredita que alguém, pai, mãe, filho(a), cônjuge, amigo, vizinho, animal e etc., foi substituído por um impostor(usurpador).  Esta condição é classificada numa categoria de crenças ilusórias, abrangendo erros na identificação de pessoas, lugares ou objetos, podendo ocorrer de forma aguda, passageira ou severa. O primeiro caso foi identificado em 1923 pelo psiquiatra francês Joseph Capgras. A causa desta síndrome não é conhecida. Entretanto, existem hipóteses da psicanálise de que a síndrome está ligada ao complexo de édipo e sentimentos reprimidos, mas não existe nada comprovado.

Alguns estudiosos acham que esta desordeação seja resultante de alguma anormalidade orgânica do cérebro. Apesar de que a maior parte de pessoas com esta síndrome sejam pacientes psiquiátricos, mais de um terço dos mesmos apresentam sinais de traumatismo craniano, epilepsia, mal de Alzheimer ou outras formas de demências. A esquizofrenia também é uma causa frequente de episódios de síndrome de Capgras. Os portadores desse distúrbio são capazes de reconhecer feições de pessoas próximas, mas não conseguem associá-las a uma sensação de verdadeira familiaridade. Esse quadro clínico era mais visto em psicoses graves e de evolução sem tratamentos eficazes. Atualmente, que medicações eficazes controlam as psicoses e interrompem seu curso desde o início, ele se torna cada vez mais raro. A síndrome de Capgras é ligeiramente mais comum nas mulheres do que nos homens.

 

Referência

Síndrome de capgras. Disponível em:<https://www.infoescola.com/doencas/sindrome-de-capgras&gt;. Acesso em: 08.jan. 2018.

Síndrome de capgras. Disponível em:<http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/1309008/sindrome+de+capgras.htm>. Acesso em:  08.jan. 2018.

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