Livro: Eu mato

Aquele momento em que você está passando e vê uma capa de livro que te faz voltar? Foi esse livro. Não sei se já saiu o filme, mas deveriam investir.

Um livro de Giorgio Faletti, com 4 milhões de exemplares vendidos na Itália, trás aquele suspense que nem todos os autores conseguem trazer em um livro. Eu só parava de ler quando meus olhos não aguentavam mais.

Descrição da Saraiva

Neste thriller de estreia de Giorgio Faletti, um agente do FBI e um detetive enfrentam um serial killer em Montecarlo, no glamoroso Principado de Mônaco. Trata-se do caso mais angustiante de suas carreiras: capturar o assassino que anuncia seus próximos alvos por meio de enigmas propostos em telefonemas para um programa de rádio, conduzido por um apresentador carismático.
Para confundir a polícia, músicas são utilizadas como pistas dos crimes, cujas doses de barbárie e astúcia abatem e desnorteiam policiais, investigadores e psiquiatras. Os assassinatos, caracterizados pela frase Eu mato escrita com sangue, são marcados por uma violência que não poupa nem mesmo a pele das vítimas.
O primeiro ataque vitima um piloto de Fórmula 1 e a filha de um general norte-americano. À medida que os crimes dominam as manchetes europeias, o assassino faz novas vítimas, entre elas um gênio da informática e um bailarino russo. Tragédias pessoais afetam e conectam os envolvidos nas investigações.
O autor mantém o suspense implacável mesmo depois de revelar a identidade do criminoso, quando é iniciada uma caçada para impedir novos ataques. Ao manipular perfis psicológicos singulares com uma trama surpreendente, Giorgio Faletti conquista o leitor. A versão cinematográfica de Eu mato já é esperada em uma superprodução internacional.

Não sei vocês, mas quando eu leio livros de serial killer, eu quero saber o que houve na vida desse ser humano para ele querer machucar outras pessoas e qual a “assinatura” desse(a) serial. A dele é pitoresca. Sua assinatura é “Eu mato…”, escrito com sangue e ele esfola a vítima( não vou dar spoiler sobre esse esfolamento). Ele sempre escreve com os “…” porque pretende fazer de novo.

PS: ele cola a frase em uma cartolina e depois de matar as vítimas ele molha a cartolina com o sangue.

O assassino é chamado de Vibo por um motivo bem específico. E tem mais dois nomes um de nascimento e outro escolhido por ele. Quem investigará os assassinatos em série é o Frank Ottobre, agente especial do FBI, mas estava afastado desde o suicídio de sua esposa.

Vibo usa um programa de rádio para se comunicar com a polícia e com as pessoas( usando uma voz manipulada). Ele é um amante da música, e suas pistas são feitas com trilhas sonoras onde ele sugere quem será a próxima vítima. Quando o assassino liga para a rádio ele diz que é um e ninguém.

Agora, imagine você ter que descobri quem é a próxima vítima a partir de uma trilha sonora dentre milhares existentes no mundo? Missão quase impossível. O assassino continua matando e em alguns momento ele muda sua abordagem o que de certa forma leva a polícia até ele. O que posso dizer é que por trás da frase “eu mato…” existe um trauma familiar grande que desencadeou um transtorno em Vibo. Ele é preso e não se arrepende de nada, só sente falta da música.

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