Seriado: American Gods

Olá, vamos falar desse seriado que tem meu crush lindão (Ricky Whittle).

American Gods é a adaptação do livro de mesmo nome do autor Neil Gaiman. Uma mistura de fantasia, mitologia antiga e moderna, em resumo muito foda.

Sinopse da Adoro Cinema

O drama é centrado em uma guerra entre os velhos e os novos deuses. Os seres bíblicos e mitológicos estão perdendo cada vez mais fiéis para novos deuses, que refletem o amor da sociedade por dinheiro, tecnologia, celebridades e drogas. Shadow Moon é um ex-vigarista que agora serve como segurança e companheiro de viagem para o Sr. Wednesday, um homem fraudulento que é, na verdade, um dos velhos deuses, e está na Terra em uma missão: reunir forças para lutar contra as novas entidades.

Spoiler: Wednesday é Odin. O deus mais importante na mitologia nórdica.

Em todo início de cada episódio, é trazido uma história, podendo ser sobre um deus, uma personagem do seriado e etc..

O ponto de partida principal, é o fato de que as pessoas estão deixando de acreditar nas divindades antigas. E estão passando a endeusar a tecnologia, por exemplo. Nenhum deus existe sem adoração, é o que lhe dá forças. Ele precisa ser adorado, receber sacríficos e tal(eu vejo dessa forma).

A ideia de Wednesday é fazer uma guerra entre os deuses novos e antigos. No início desse plano ele encontra Shadow(propositalmente) e o convence a ser seu “guarda costas”. Shadow é um ateu agnóstico, mas com os acontecimentos ele fica abalado quanto as suas crenças(ou a falta delas).

Shadow cumpre pena de seis anos,  faltando 3 dias para sua soltura, o diretor da prisão informa que ele vai ser solto antes do dia porque a esposa de Shadow veio a óbito em um acidente de carro. Shadow passa o maior perrengue para conseguir chegar ao funeral da esposa. Lá ele descobre que sua esposa morreu enquanto fazia sexo oral no melhor amigo dele.

Mas, ela volta meio zumbi meio viva pra confundir ainda mais shadow.

A série ainda está em produção. Na primeira temporada terá 8 episódios. Ela foi bem recebida pelo público. Por ser uma série que aborda um tema não muito comentado, mas de forma cômica, engraçada, desastrosa, dramática e fantasiosa.

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Livro: Fetiche

Apesar do nome, não é um livro de conto erótico e sim sobre uma literatura policial brasileira. Confesso que só me toquei que o livro era brasileiro, porque citou locais no Brasil. Eu vejo poucos livros e autores brasileiros voltados pra essa área policial.

Descrição do livro Lelivros.me

Quando jovens aspirantes a modelo começam a aparecer mortas e seus pés – arrancados dos corpos – desaparecem, não resta mais dúvida de que não se trata de um assassino comum. Não faltam suspeitos. Ao menos três pessoas parecem ter o perfil e os meios. E a responsabilidade por encontrar o culpado recai sobre o delegado Weber e o jovem comissário Nestor.

A autora Carina Luft explora o fetiche do podófilo, aquela pessoa que tem fixação erótica nos pés. Até ai tudo bem, estranho, mas tudo bem. Porém, fica mais bizarro. Ele(ou eles) tem tara por mulheres de 15 a 20 anos(modelos, garota de programa). Sequestram essas mulheres, algemam, abusam sexualmente e decepam os pés das vítimas.

A história de passa em uma cidadezinha chamada Adenauer e por ser pequena existem poucos policiais e poucos recursos, o que leva o delegado e o comissário a fazerem, sozinhos, o trabalho de campo e investigação. Existem três suspeitos, 3 vítimas, 6 pés desaparecidos e muitas histórias.

Os 3 suspeitos estão interligados, assim como as vítimas. Os suspeitos são um taxista, um fotógrafo e um dono de uma danceteria. O fotógrafo tira a foto das supostas vítimas. Elas posam para um site de podolatria, esse fotógrafo entra em contato com essas moças oferecendo um trabalho em Adenauer(algumas já moram na cidade). Ao chegar a cidade essas moças são instruídas a procurar o taxista, que supostamente as levará para o local de trabalho. Quanto ao dono da danceteria, só lendo pra entender o papel dele. Ah, o taxista e o fotógrafo são amantes.

Não é aquela história estilo CSI, por trazer o nosso contexto no Brasil. Vale a pena ler, ele é curtinho, não é cansativo e nem monótomo.

Achei interessante que a autora mostra a dificuldade que a polícia brasileira tem em solucionar casos por conta da dependência burocrática e financeira que temos no Brasil. Um exemplo básico é o que está acontecendo nos dias atuais na nossa política, onde a operação policial foi forçada a  reduzir custos, fazendo com que a investigação seja mais longa e os políticos ladrões possam esconder seus desvios milionários. Ou seja, essa redução é caó puro.

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Love plus, uma nova forma de se relacionar.

E aí meu povo, tudo bem com vocês? Espero que sim.

Então, faz um tempinho que assisti a um documentário que se chama “Dark Net” e em um dos episódios ele falou sobre um jogo de relacionamento, o Love Plus.

O love plus é um jogo da Nintendo DS, criado em 2009  que simula a experiência de um relacionamento e é bastante popular no Japão e tem sido bem aceito em outros locais.

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Nesse jogo estão disponíveis três tipos de namoradas(até então, é um jogo hétero), a Rinko(a mais baixada), a Nene ou a Manaka. Os jogadores se passam como adolescentes que tem que conquistar uma dessas belas damas. Eles ganham pontos por serem solícitos, pró ativos, atenciosos, ajudar nas tarefas de casa, comprar presentes, levar as personagens para viajar e coisas do tipo( é uma descrição aproximada, não afirmativa).

É um jogo de recompensa instantânea, pois quanto mais você fizer, mas você receberá.

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O jogo ainda não satisfaz as necessidades sexuais dos marmanjos, mas pela facilidade de se relacionar com as namoradas eles se sentem satisfeitos. Pelo relato no documentário, é como se fosse aquele relacionamento perfeito, onde ambos são felizes para sempre.

Bom, eu vejo muita coisa por trás disso, principalmente no âmbito psicológico. Estatisticamente falando, existem muito mais homens do que mulheres no Japão, onde o jogo foi criado. Acredito que a intenção da Nintendo era reduzir um pouco a carência dos homens(héteros) que não conseguem achar uma namorada. Mas, o jogo acabou se tornando algo sério(até casamento já rolou) onde os japoneses nem estão se dando ao trabalho de procurar uma namorada em carne e osso porque eles já têm a perfeita Riko disponível, carinhosa, sexy e perfeita por 24h por dia.

Enfim, hoje quis trazer algo um pouco diferente para vocês. Haha.

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Seriado: The Lottery

Infelizmente a série só teve 1 temporada com dez episódios. Acho que o tema não agradou a todos. Esse seriado é baseado no conto A loteria de autoria de Shirley Jackson, publicado pela primeira vez em 1948.

A série fala sobre uma crise global de fertilidade. As mulheres, de forma “misteriosa”, não conseguem engravidar. O governo tem um grupo de pesquisa de reprodução humana onde uma doutora consegue fertilizar 100 embriões. Mas, como serão feitas as distribuições? dentre milhares de mulheres, cem serão sorteadas para a fertilização e passará a morar em um local escolhido pelo governo durante o período de gestação, recebendo ordens do governo, sendo observada de perto até que o bebê nasça e depois, piora.

Sinopse Adoro Cinema

Ambientada em um futuro distópico em que há uma crise global de fertilidade, revela um mundo ameaçado pela extinção, já que as mulheres misteriosamente pararam de gerar filhos. Após anos de pesquisa, a Dra. Alison Lennon (Marley Shelton) e seu time conseguem fertilizar 100 embriões. Mas sua vitória é curta. O diretor da Comissão de Fertilidade dos Estados Unidos, Darius Hayes (Martin Donovan), toma o controle do laboratório e informa o Presidente da descoberta. Para determinar quais mulheres irão carregar os embriões a Chefe de Departamento Vanessa Keller (Athena Karkanis) convence o presidente a promover uma loteria nacional, e a batalha pelo controle dos embriões começa.

As poucas crianças que nasceram antes dessa crise são acompanhadas regularmente por “fiscais” do governo. Qualquer erro, dificuldade ou descuido dos pais é um motivo para o governo tomar a guarda da criança.

A primeira temporada fica focada na loteria, na escolha das futuras mães. Mas, os problemas começamos porque os interesses e o poder do governo americano começam a dominar a questão da loteria,  o que dá início a um debate altamente controverso sobre as liberdades fundamentais e pessoais de se criar uma família.

Interessante que, a esposa do presidente quer estar nesse sorteio e rola umas tretas por conta disso. A dra. que consegue fertilizar o óvulo é perseguida por ir contra a vontade do governo.

Como não tem continuação, posso dizer que essa infertilidade não foi por acaso.(Um livro que me lembrou essa questão foi Inferno de Dan Brown, no fim, em que ele descobre algo que trás infertilidade para a população.)

Ate hoje fico imaginando como seria a 2 temporada, mas fazer o que né. É uma série interessante que conspira contra uma teoria do futuro.

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Minissérie: Born to Kill


Oi gente, Born to Kill(nascido para matar) foi lançada recentemente ela tem 4 episódios e conta a história de um adolescente psicopata.

A série só deixa isso “claro” no fim, mas ele tem muitos indícios disso e também ele sabe disso, de certa forma. Sua mãe é enfermeira e ele aproveita essa oportunidade para frequentar o hospital, especificamente a ala geriátrica, onde ele comete seu primeiro assassinato. Se sente realizado e feliz.

Sam tem o costume de inventar histórias e para parecer verdadeiras, ele treina em frente ao espelho e grava vídeos também. Uma das histórias é sobre o seu pai, que ele acredita ter morrido. Mas, ao longo dos episódios ele descobre que na verdade o seu pai está preso por assassinato. Essa descoberta faz com Sam acredite ter achado todas as respostas para o seus porquês.

Bom, talvez até role uma pré disposição genética aí, mas o pai de Sam não quer saber dele, só usa-o para chegar a mãe dele.

Apesar de ser curtinha, achei muito interessante como o ator consegue interpretar tão bem os traços de um psicopata, a manipulação, as mentiras, o olhar, o jeito, o sorriso e como as pessoas ao redor dele são persuadidas acreditando que ele é um bom menino que sonha em ser médico no futuro. Na verdade ele estuda medicina para saber as diversas formas de matar alguém.

Desculpem , mas não gravei o nome da mãe, do pai e da namorada. Mas, acredito que consegui passar o enredo. Não achei uma sinopse bacana sobre a minissérie só comentários desse sites que disponibilizam o download, então preferi não colocar.

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