Pensamento do dia: Precisamos falar sobre o luto

Olá, atualmente está se falando muito sobre baleia azul, suicídio, os 13 porquês. Em meio a tudo isso eu vejo a luta pela vida e acho super válido. Mas, sabemos que o fim de todos(independente de crença) é a morte. E não sabemos lhe dar com ela. O luto é um tabu. Em algumas culturas e religiões eles vêem a morte como uma ponte de passagem, uma transição e existe toda uma preparação para que a pessoa que vá fazer essa passagem esteja pronta e cheia de energia positiva.

Muitas coisas mudaram nos últimos tempos, antigamente a morte era algo que no geral ocorria na velhice, por doença ou fatalidade. Hoje em dia, as pessoas estão morrendo por motivos fúteis. O nível de violência tem crescido a cada dia, doenças terminais, abuso de drogas, pobreza e etc.. Esses fatores têm deixado a sociedade lado a lado com a morte.

Segundo a Psicóloga Elisabeth Kübler-Ross, existe “as etapas da morte”, sendo elas:

  1. negação – recusa em aceitar a realidade que está acontecendo.
  2. raiva.
  3. barganhar por mais tempo.
  4. depressão.
  5. aceitação.

Nem todo mundo passa por essa etapa, ou até passa mas, não nessa ordem . A morte e a vida são experiências individuais, não existe uma regra ou etapa para ser seguida. Em resumo, essas etapas não devem ser vistas como critério ou modelo.

Para o pesar também não existe um padrão. Você pode ver em um enterro alguém que não tem uma lágrima, enquanto outra pessoa conversa com o falecido(a). Algumas pessoas se recuperam com mais facilidades que outra. Algumas nunca vivem ou não conseguem viver o luto. Existe um “padrão” * muito estudado sobre o pesar em três etapas, em que o indivíduo de luto aceita a dolorosa realidade da perda, aos pouco solta o laço com a pessoa que faleceu e readapta-se à vida pelo desenvolvimento de novos interesses e relacionamentos.

  1. Choque e descrença – as pessoas podem se sentir confusas logo após a morte de um ente querido. Com sentimentos esmagadores de tristeza e choro frequente. A primeira etapa pode durar semanas, a variação desses sentimentos podem ocorrer após uma morte repentina ou inesperada.
  2. Preocupação com a memória da pessoa falecida – pode durar seis meses ou mais, o sobrevivente tenta conciliar-se com a morte, mas ainda não a aceita. Trazendo um exemplo, podemos falar sobre as viúvas, onde de tempos em tempos ela pode ser tomada por um sentimento de que seu marido está presente. Apesar dessas experiências diminuírem com o tempo, embora possa voltar a ocorrer em datas comemorativas.
  3. Resolução. A etapa final chega quando a pessoa de luto renova o interesse em
    atividades cotidianas. As lembranças da pessoa morta trazem sentimentos de
    afeto misturados com tristeza, em lugar de dor profunda e saudade.

O respeito pelas diferentes formas de demonstrar pesar pode ajudar os enlutados
a lidar com a perda sem fazê-los achar que suas reações são anormais. Mas, cada um age de uma maneira diante do luto. A maioria das pessoas que estão de luto são capazes, com a ajuda da família e dos amigos, de se conciliar com sua perda e de voltar a viver normalmente. Para algumas, entretanto, indica-se terapia para perda.

Falando sobre a morte

Se o fim de tudo é a morte, por mais sofrido e doloroso devemos falar sobre ela. Não é algo fácil. Para mim pensar em uma vida sem os meus pais é aterrorizante, mas tenho trabalhado isso em mim e eles também falam sobre a morte, o que de certa forma trás um suporte, porque quando acontecer(espero que demore muito) eu não estarei tão desamparada,pois eles já estão me preparando para isso.

Segundo Kübler-Ross (1975), enfrentar a realidade da morte é o segredo
para viver uma vida significativa:

É a negação da morte que é parcialmente responsável pelas vidas vazias e sem
sentido das pessoas, pois, quando você vive como se fosse viver para sempre,
fica muito fácil adiar as coisas que você sabe que precisa fazer. Em contraste,
quando você compreende plenamente que cada dia que você vive poderia ser o
último, você utiliza o tempo daquele dia para crescer, para se tornar mais quem
você realmente é, para se aproximar de outros seres humanos, (p. 164)

Mesmo a morte pode ser uma experiência de desenvolvimento. Como disse um
profissional de saúde: “…existem coisas a serem obtidas, realizadas, no ato de morrer.
Tempo com e para aqueles com que nos relacionamos, alcançar um sentimento final
e duradouro de valor próprio e uma prontidão em deixar passar são elementos inestimáveis
de uma boa saúde” (Weinberger, 1999, p. F3).
Com um ciclo de vida limitado, ninguém pode realizar todas as suas potencialidades,
gratificar todos os seus desejos, explorar todos os seus interesses ou experimentar
toda a riqueza que a vida tem a oferecer. A tensão entre as possibilidades de crescimento
e um tempo finito para efetuar o crescimento define a vida humana. Pela escolha
de que possibilidades explorar e, continuando a persegui-las o máximo possível,
mesmo até o próprio fim, toda pessoa contribui para a história inacabada do desenvolvimento
humano.

Bom, o estudo sobre o luto vai muito além do que esse pensamento. Decidi falar sobre ele porque ontem recebi a notícia de que um colega meu de academia havia sido baleado em uma tentativa de assalto e hoje ele não resistiu aos ferimentos e faleceu. Outro dia estávamos brincando e rindo, porém a partir de hoje eu nunca mais o verei, é uma sensação muito estranha. Eu recebi as notícias sobre ele através do Whatsapp e fiquei incomodada de como as pessoas recebiam a notícia, tive a sensação de estar recebendo essa notícia pelo Jornal Hoje, onde Sandra fala sobre um latrocínio(roubo seguido de morte) e logo em seguida chama a meteorologista. As pessoas não querem ter que lhe dar com a morte e ao mesmo tempo estão matando umas as outras sem motivo e vão empurrando tudo com a barriga e vai formando uma bola de neve. Em resumo, é complicado.

 

“Todo o tempo em que pensei que estava aprendendo a viver,
estive aprendendo a morrer.”
Cadernos de Leonardo Da Vinci

REFERÊNCIA

PAPALIA, D. Desenvolvimento humano/ Diane Papalia, Sally Olds, RuthFeldman. 8 ed. Porto Alegre: AMGH, 2006.

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Filme: Estrelas além do tempo

O filme é inspirado no livro Hidden figures da Margot Lee Shetterly.

Sinopse segundo Adoro Cinema

1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA.

Assistir ao filme foi um misto de emoção e revolta. Fico feliz quando vejo que em meio as dificuldades as pessoas conseguem se superar e vencer. Mas, pensar que até para tomar café, a garrafa térmica tem que ser diferente, para uma “pessoa de cor” me deixa puta. O filme é baseado em fatos reais e como descrito a cima, fala sobre três mulheres muito inteligentes(matemática, engenharia mecânica e ciência aeroespacial) que trabalhavam na Nasa e eram negras. A escravidão tinha sido abolida, mas os negros não podiam frequentar o mesmo ambiente onde um branco estivesse. Por elas serem muito inteligentes elas conseguem vagas entre os brancos, mas sofrem muito, muito, muito preconceito. Elas eram tratadas com duplo preconceito por serem mulheres, o “sexo frágil”, e por serem negras. Felizmente elas deram a volta por cima, não é todo mundo que aguenta, eu não aguentaria. É muito bacana quando elas começam a executar e falar sobre exatas e as pessoas ao redor ficam bestas com tamanho conhecimento. Me senti orgulhosa kkkkk

Vi algumas críticas sobre o filme, como se ele quisesse passar uma imagem de acomodação pelas pessoas negras que reclamavam da situação, mas t. No mínimo, quem frequentou as aulas de história aprendeu sobre a época de 1961. Uma década muito difícil para os negros, não adiantava usar a força. Elas foram conquistando lugares altos usando a razão e a inteligência. Dando tapa na cara da sociedade, com luvas. É uma história inspiradora, principalmente para quem é mulher e negra. Sim, avançamos muito, as mulheres estão conquistando novos patamares, mas não estou iludida acreditando que o preconceito acabou ou vai acabar qualquer dia desses. É uma luta diária e feita em união.

Bom filme.

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Seriado: Bates Motel

Oi gente, tudo que fala direta ou indiretamente sobre saúde mental(ou a falta dela) eu gosto de ver, ler e ouvir. Bates Motel foi feito a partir do filme psyche. O seriado conta a história de Norman Bates e sua mãe Norma Bates. Norman tem transtorno dissociativo de identidade que é caracterizado pela presença de duas ou mais identidades de personalidades distintas. Cada uma delas pode ter um nome, histórico pessoal e característica distintos, ou seja, ele acha que é a mãe. Apesar do filme ser enxuto, o seriado explora muito mais a história de Norman e um possível porque dele ter desenvolvido esse transtorno.

Sinopse segundo Adoro Cinema 

Após a misteriosa morte de seu marido, Norma Bates decidiu começar uma nova vida longe do Arizona, na pequena cidade de White Pine Bay, em Oregon, e leva o filho Norman, de 17 anos, com ela. Ela comprou um velho motel abandonado e a mansão ao lado. Mãe e filho sempre compartilharam uma relação complexa, quase incestuosa. Trágicos acontecimentos vai empurrá-los ainda mais. Todos eles agora compartilham um segredo obscuro.

Eu, particularmente, não consigo sentir raiva de Norman, sim ele comete assassinatos friamente, mas o sofrimento dele foi tão grande durante a infância que seu cérebro criou uma personalidade mais forte para aguentar esses momentos difíceis. O Norman em si, é um menino doce, carinhoso, atencioso. O Norman versão Norma quer se livrar de tudo que poderá vir a lhe fazer mal. Ele não consegue se relacionar com mulheres por muito tempo e também as mata, porém não lembra. Norman não lembra de nada quando está com a personalidade da mãe. Não estou tentando justificar o erro dele, eu entendo que o cérebro tem um limite e quando esse limite chega ele tenta se proteger de todas as formas e daí surgem os problemas de saúde mental.

No seriado, quando Norma morre ele continua agindo como se ela existisse. No início das temporadas eles mostram o que Norman vê, ou seja, ele vê sua mãe matando as pessoas. Agora, na 5 temporada, eles mostram a realidade dos fatos, como se o transtorno se apresentasse a ele e lhe contasse a verdade. Como dito acima Norman, no seu normal, não é uma pessoa ruim e tenta lutar contra isso(ou a mãe).

Uma pena que vai acabar. Vejam o filme também.]

Livro: A parte obscura de nós mesmos – uma história dos perversos

Hello, o livro de hoje é da renomada psicanalista e historiadora Elisabeth Roudinesco e trás como tema central a perversão.

Perversão

Nasce do latim perversio, o substantivo “perversão” surge no francês entre 1308 e 1444. Quanto ao ajetivo “perverso”, é atestado em 1190, derivando de pervesitas e perversus, particípio passado de pervertere: retornar, derrubar, inverter, mas também erodir, desorganizar, cometer extravagâncias. Trocando em miúdos, perversão pode ser um distúrbio de identidade, um estado de delinquência, um desvio. Tudo que foge de um padrão como a zoofilia, pedofilia, terrorismo, homossexualidade, transexualidade e etc..

Descrição do livro segundo a Saraiva 

Príncipe dos perversos, marquês de Sade defendia uma ruptura com as leis que regem a sociedade ao divulgar em seus livros a sodomia, o incesto e o crime. Rudolf Höss, o comandante de Auschwitz, contou sem reservas como se tornou o maior chacinador de todos os tempos. Liduína de Schiedam, canonizada em 1890, por décadas impôs a seu corpo terríveis sofrimentos. Neste livro, a prestigiada historiadora e psicanalista Elisabeth Roudinesco apresenta e interpreta a história dos perversos no Ocidente através de suas figuras emblemáticas: de Barba Azul e os santos místicos na Idade Média, ao fenômeno do nazismo, dos pedófilos e terroristas nos dias de hoje.
Mostra como a perversão, definida em cada época de um modo diverso, exibe o que não cessamos de dissimular: a parte obscura de nós mesmos, a negatividade presente em cada um. E ainda reflete sobre a sua erradicação. Eliminar a perversão não seria destruir a distinção entre bem e mal que fundamenta a civilização?

A autora do livro, Elisabeth Roudinesco, tenta responder onde começa a perversão e quem são os perversos e para isso reúne abordagens independentes, misturado a uma análise da noção de perversão não apenas retratos de perversos e uma exposição das grandes perversões sexuais, como também uma crítica das teorias e das práticas elaboradas, sobretudo a partir do século XIX, para pensar a perversão e designar os perversos. O livro é composto por 5 capítulos abordando: a época medieval, os santos místicos, os flagelantes; o século XVIII, em torno da vida e da obra do marquês de Sade; o século XIX, o da medicina mental , com sua descrição das perversões sexuais e sua obsessão pela criança masturbadora, o homossexual e a mulher histérica, o século XX , em que se opera o nazismo.

“Existem inúmeros artigos e livros que podem nos fornecer pistas sobre como interpretar os comportamentos que muitas vezes parecem absurdos demais para serem reais, porém, Elizabeth Roudinesco em seu livro O lado obscuro de nós mesmos nos lembra que todos podemos ser perversos, dadas as devidas circunstâncias.” Iluminerds.

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Seriado: Thirteen reasons why

Lançado recentemente pela Netflix, o 13 reasons why é um dos seriados queridinhos do momento. Baseado no livro Thirteen reasons why, os 13 porquês, escrito por Jay Asher, fala sobre 13 motivos que levaram Hannah Baker a cometer um suicídio. O seriado trás Hannah e Clay como os dois personagens principais para a trama. Clay está entre os 13 porquês(ele é o 11).  Ele recebe as 7 fitas em uma caixa de sapatos com um mapa incluído. Ao ouví-las isso o perturba profundamente(fica até sem tomar banho), pois ele acreditava que nunca mais ouviria a voz dela e ao acontecer isso o sentimentos, lembranças, memórias se juntaram e fizeram a festa. Sem falar que ao escutar os aúdio ele descobria o lado obscuro das pessoas que ele via todos os dias, um lado que ele não achava que existisse e a sensação de impotência por ouvir todas as desgraças que aconteciam a Hannah e que em nenhum momento ele interveio ou foi um ouvinte, conselheiro ou algo do tipo.

Clay

Clay é aquele tipo de cara que é legal, mas passa despercebido no colégio, beleza comum, corpo magro, não é atleta e não faz sucesso com as garotas, mas tem boas notas e é good vibes com todo mundo. Ao conhecer Hannah, ele sente que pode ser uma versão melhor dele mesmo, sem muitas frivolidades ou atuações para parecer alguém que não é.

As fitas

Fita 1 lado A, ela fala sobre Justin, o responsável pelo primeiro beijo e pelos boatos dela ser uma garota fácil.

Fita 1 lado B é a vez de Alex, que cria uma lista do primeiro( classe do primeiro ano: quem é gostosa/ quem não é) ano  e coloca Hannah como a menina que tem a bunda mais bonita(ou gostosa) e Jéssica a bunda mais feia. Jéssica era a namorada de Alex, eles estavam brigados e com raiva Alex fez a lista para se vingar.

Fita 2 lado A fala sobre Jéssica, como elas se conheceram, os encontros no Monet’s e uma discussão onde a suposta amizade chega ao fim, mas o coleguismo fica.

Fita 2 lado B Tyler. Ele é um voyeur, mas ele também tira foto. Ele passa a observar Hannah e ir até o quarto dela tirar foto, o que a deixa apavorada. Ela comenta com uma colega de classe que dá a ideia de bolar um plano para descobrir quem está tirando as fotos e se vingar da pessoa.

Fita 3 lado A Courtney é a garota popular e faz papel de boazinha. Convida Hannah para uma festa, mas é só pra ter alguém que dirija para ela. Na festa, ela inventa uma mentira em cima dos boatos que já rolam sobre Hannah.

Fita 3 lado B fala sobre Marcus, o exemplo de aluno. Rola um evento noa colégio, que antecede o dia dos namorados e ele se aproveita disso para tentar algo com Hannah.

Fita 4, lado A Zach, o atleta. Aparentemente um bom menino, educado, atencioso. Mas, acaba mostrando quem é de verdade.

Fita 4 lado B Ryan, o editor de publicação do colégio. Hannah faz um poema que é bem aceito dentre os poetas, porém ela prefere não tornar público, mas ele não respeita a decisão dela.

Fita 5 lado A Clay, não fez nada de ruim, porém ela o coloca entre as fitas porque ele fez parte da vida dela de forma positiva.

Fita 5 lado B Bryce(e Justin), o atleta rico. Aproveita que Jéssica está bêbada e desacordada e a estupra. Justin poderia ter evitado que isso acontecesse, mas não impede.

Fita 6 lado A Jenny, a líder de torcida. Ela bate em uma placa de sinalização em um cruzamento e por medo não informa a ninguém, o que gera uma acidente.

Fita 6 lado B Bryce². Abusa sexualmente de Hannah.

Fita 7 lado A o conselheiro. Apesar do título, ele não consegue aconselhar, ajudar Hannah.

Seriado X Livro

Aqui eu falei sobre o seriado, no livro algumas(muitas) coisas são diferentes, por exemplo, no livro Hannah se suicida por uma overdose de remédios e no seriado ela corta os pulsos. Claro que no seriado eles dramatizam muito mais pra dramatizar e chamar atenção pra história. Não vou lembrar de tudo gente, mas acredito que a maioria das diferenças estará abaixo.

Os pais de Hannah não são personagens presentes no livro.

No seriado Clay fala de Hannah como se fosse a alma gêmea dele, mas no livro não é esse love todo.

O carinha, Jeff, que morre no acidente por causa da placa, é um amigo de Clay. No livro, ele só sabe que estudava no mesmo colégio e que era do último ano.

O poema que Hannah recita é diferente do livro.

No livro Bryce não é rico e também não é falado sobre os pais dos estudantes.

No seriado, essas fitas vão destruindo cada um por dentro e aos poucos, como um câncer. Alex tenta se matar com um tiro na cabeça e Tyler compra uma arma(dessas estilo fuzil), o que dá a entender que ele pretende matar algumas pessoas. No livro não rola isso, nem tentam sabotar Clay, mesmo porque ele não se torna o justiceiro que aparece na tela. Ele escuta e fica revoltado, mas não faz nada em relação aos outros.

O seriado explorou mais o que não se conta no livro(como um pós crédito), como: o que acontece com as pessoas que escutaram a fita, como ela modifica a vida de quem as ouve; Clay se torna um vingador de Hannah; eles criaram uma cena bem comovente com Hannah cometendo suicídio e depois os pais encontrando ela morta.

Eita post grande, devo ter esquecido de algumas coisas sobre as fitas, me desculpem. Para que não leu e/ ou não assistiu o resumo das fitas deve parecer confuso, mas quando assistir o seriado as coisas se encaixam.

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